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  • Kaléxia

    15 Aug, 23:14

    forwarded from @semseth365

    ... é devido à Unidade das coisas de cima e das coisas de baixo em uma Única Essência.Este é o divino e grande mistério, o objeto da busca; pois isto é o Todo [to pan]. Duas naturezas, (mas) uma única essência; pois uma atrai a outra e uma domina a outra. Esta é a água argêntea, o hermafrodita, aquilo que foge sem cessar, aquilo que se apressa em direção às realidades que lhe são próprias, a água divina, que todos ignoraram e cuja natureza é difícil de conceber. Com efeito, ela não é nem um metal, nem uma água sempre em movimento, nem um corpo (sólido), pois não se pode apreendê-la. Isto é o Todo em todas as coisas; pois ela possui ao mesmo tempo vida e espírito, e tem um poder destruidor. Aquele que a compreende possui tanto o ouro quanto a prata. Sua virtude permanece oculta, mas ela é dedicada a Erótilo.— Sobre a LimaPois este elemento capital eles chamaram, em seus escritos
  • Kaléxia

    4 Aug, 01:22

    "Ignorante da causa da vida, ignorante do propósito da vida, ignorante do que se encontra além do mistério da morte, mas possuindo em si a resposta para tudo isso, o homem está disposto a sacrificar o belo, o verdadeiro e o bom, dentro e fora de si, no altar ensanguentado da ambição mundana. O mundo da filosofia — aquele belo jardim do pensamento onde os sábios habitam em fraternidade — desaparece. Em seu lugar, ergue-se um império de pedra, aço, fumaça e ódio — um mundo no qual milhões de criaturas potencialmente humanas correm de um lado para o outro no esforço desesperado de existir e, ao mesmo tempo, manter a vasta instituição que ergueram e que, como um poderoso gigante, avança inevitavelmente para um fim desconhecido. Neste império físico, que o homem ergue na vã crença de que pode ofuscar o reino dos celestiais, tudo se transforma em pedra. Fascinado pelo brilho do lucro, o homem
  • Kaléxia

    15 Jul, 18:05

  • Kaléxia

    25 May, 14:16

    forwarded from @medievalistas

    "Babel revela o limite de qualquer construção, ainda que grandiosa, surgida da absolutização do humano e da sua pretensão de autossuficiência, do sacrifício da dignidade das pessoas em nome da eficiência e da ambição de alcançar o céu sem a bênção de Deus." ~Papa Leão XIV
  • Kaléxia

    15 May, 16:22

    forwarded from @homemdosubsolo

    Dentro da civilização cristã, somente estas duas correntes - a arte tradicional dos ícones e o artesanato tradicional, além de um determinado tipo de música litúrgica, que evoluiu a partir do legado Pitagórico - merecem a denominação "arte sagrada".– Titus Burckhardt, "A Arte Sagrada no Oriente e no Ocidente"@Homemdosubsolo
  • Kaléxia

    15 May, 16:20

    forwarded from @homemdosubsolo

    Virgílio personifica a sabedoria pré-cristã, que guia Dante através dos mundos psíquicos até o centro do estado humano, ao estado edênico, a partir do qual começa a ascensão aos "céus", símbolo dos estados supraformais. A escalada da montanha do purgatório corresponde à realização do que a Antigüidade denominava "Pequenos Mistérios", enquanto que a ascensão às esferas celestiais corresponde ao conhecimento dos "Grandes Mistérios".– Titus Burckhardt, “A Arte Sagrada no Oriente e no Ocidente”Pintura: "Dante e Virgilio nel Purgatorio", Domenico Morelli.@Homemdosubsolo
  • Kaléxia

    12 May, 01:51

    forwarded from @semseth365

    Bem-aventurados os que estão embriagados com o teu amor e que reconhecem, em si, o brilho de Deus 2/3Ele próprio é o banquete de casamento e a alegre câmara nupcial: vendo-O em si mesmos, regozijam-se grandemente. Ele aparece neles de dentro deles mesmos e os maravilha com a Sua beleza. Bem-aventurada a alma que se reconhece como um espelho, e, contemplando-se atentamente, vê o brilho Daquele que está oculto a todos. Aquele que disse na montanha: "Ninguém pode ver-Me e continuar vivo", é visto neste lugar. E aqueles que O veem vivem para sempre. Ó nosso Deus, que amor é o Teu, que aqueles que provaram a Sua grande doçura se tornam inimigos de todos os prazeres.— Mar João Saba. Cartas. VII. O Último Arconte
  • Kaléxia

    12 May, 01:47

    forwarded from @semseth365

    A Devoção e Ascensão de Nekhepso [A devoção dos antigos reis à astrologia] era tão entusiástica e inabalável que eles deixaram a esfera terrena e caminharam pelos céus, associando-se às almas celestiais e às mentes divinas e santas. Nekhepso é testemunha
  • Kaléxia

    12 May, 01:47

    forwarded from @semseth365

    A Devoção e Ascensão de Nekhepso[A devoção dos antigos reis à astrologia] era tão entusiástica e inabalável que eles deixaram a esfera terrena e caminharam pelos céus, associando-se às almas celestiais e às mentes divinas e santas. Nekhepso é testemunha disso quando diz:Parecia que eu caminhava pelo éter da meia-noite, e uma voz do céu ecoava ao meu redor, e então o manto escuro cobriu minha carne, trazendo a escuridão da noite…e assim em diante. — Vettius Valens. Antologias, VI, 1.Imagem: Faraó da 26ª Dinastia do período Saíta, a qual Nekhepso pertenceu. O Último Arconte
  • Kaléxia

    20 Apr, 00:05

    forwarded from @semseth365

    Assim, cooperando a filosofia [Wissenschaft] e o senso comum para provocar a queda da metafísica, presenciou-se o estranho espetáculo de uma nação culta sem metafísica – como um templo ricamente ornamentado em outros aspectos, mas sem um santo dos santos. A teologia, que em tempos passados ​​fora a guardiã dos mistérios especulativos e da metafísica (embora esta lhe fosse subordinada), havia abandonado essa ciência em troca de sentimentos, do que era popularmente considerado factual e da erudição histórica.— G. Hegel. Primeiro Prefácio à Ciência da Lógica.
  • Kaléxia

    20 Apr, 00:05

    forwarded from @semseth365

    A primavera da velhiceChegou a primavera — inicio a juventude após a velhice Sento-me ao lado da amada e desfruto do fruto da minha vidaRetorno ao jardim de flores, misturo-me com flores e botões À margem do jardim, acaricio o rosto da amada de face lunarUm dia deixo para trás o outono e sua palidez/amarelecimento Pois no jardim chega notícia da amada de face rosadaMinhas penas e asas caíram em Dey (inverno) por causa da separação da amada Em Farvardin (primavera), lembrando a união com ela, recupero asas e penasNo outono, havia descido sobre esta ruína Quando veio a primavera, estou pronto para voar rumo à união com elaSe o copeiro derramar uma gota do cálice sobre os amantes Se derramar por embriaguez, arrancarei o véu de seu rosto
  • Kaléxia

    9 Apr, 04:00

    forwarded from @semseth365

    Assim como foi percebido pelos pós-estruturalistas que a linguagem constitui nossa percepção da realidade, a narrativa também a constitui. O elo entre o real e sua representação que caracteriza um bom discurso é constantemente rompido. O discurso se torna alienado da realidade, ele só informa sobre si mesmo, ele constitui uma nova "realidade" enquanto o gesto de apontar ao real a contradizer esse discurso-simulacro — este por vezes é hipersticioso — tem um efeito retórico cada vez menor.A razão escapa por nossos dedos em uma frequência cada vez maior.
  • Kaléxia

    9 Apr, 04:00

    forwarded from @semseth365

    Simulacro e SimulaçãoA representação deriva do princípio da equivalência entre o signo e o real (mesmo que essa equivalência seja utópica, é um axioma fundamental). A simulação, ao contrário, deriva da utopia do princípio da equivalência, da negação radical do signo como valor, do signo como reversão e sentença de morte de toda referência. Enquanto a representação tenta absorver a simulação interpretando-a como uma falsa representação, a simulação envolve toda a estrutura da própria representação como um simulacro.Tais seriam as fases sucessivas da imagem:- é o reflexo de uma realidade profunda; - mascara e desnatura uma realidade profunda; - mascara a ausência de uma realidade profunda; - não tem relação alguma com qualquer realidade: é seu próprio simulacro puro.— Baudrillard. Simulacros e Simulação. I.
  • Kaléxia

    7 Apr, 11:26

    forwarded from @semseth365

    Lembrança de Deus através das Coisas 3/3Parece ser estabelecido dois tipos de relação nesse texto, uma é a relação que há entre as criaturas, outra é a que há entre a criatura e o Criador. É dito que o véu que existe entre entre as criaturas não existe entre Deus e elas. O texto diz que há um véu entre elas e Ele. Esses véus não são o mesmo tipo de véu, o primeiro se refere aos entes que admitem semelhança e diferença, ora, Deus não as admite, logo, inexiste esse véu. Por outro lado, o véu é entre elas e Ele, nessa ordem. As criaturas velam Deus, a "diferença" que existe entre as criaturas e Deus não se dá porque são comparáveis, já que quando dois são comparáveis, dois são limitados... pois é dito que não é outro senão Deus, nenhum ao seu lado. Deus é incomparável, não comporta diferença... mas a criatura sim. A diferença está nela, a semelhança está nela, são categoriais de seres
  • Kaléxia

    7 Apr, 11:26

    forwarded from @semseth365

    Lembrança de Deus através das Coisas 2/3Não há negação na crença nas descrições do Senhor. Não há crença pura sem descartar totalmente a negação. Provar uma parte do antropomorfismo prova o todo. A crença total na unicidade de Allah não materializa parte da negação. A declaração é a negação da rejeição. A sinceridade não pode ser alcançada se houver qualquer quantidade de negação. Tudo o que é encontrado em uma matéria criada é inexistente para o criador dessa matéria.Anteriormente é dito que:Os intelectos reconhecem a existência Dele. A concepção prova Sua afirmação. Seus presságios são Suas evidências contra Seus servos. Quando Allah criou as criaturas, Ele colocou um véu entre elas e Ele. Sua distinção prova que Ele é diferente delas. A prova de que Ele é livre da materialidade é o fato de Ele ter criado as criaturas a partir de materiais. Os materiais são evidências da
  • Kaléxia

    7 Apr, 11:26

    forwarded from @semseth365

    Lembrança de Deus através das Coisas 1/3"E de toda coisa criamos dois pares, para que talvez vos lembreis (ou reflitais)." (51:49). [...][O Criador] criou véus entre as criaturas para que elas percebessem que não há véus entre elas e Ele...Os pensamentos não alcançam Sua essência (ذات; dhat) e os entendimentos não compreendem Sua quintessência (كُنْهُهُ; kunhuhu)...As ferramentas limitam-se apenas a si mesmas. A instrumentalidade refere-se aos seus semelhantes. As ações são encontradas nas próprias coisas. Os aparelhos revelam sua necessidade. A oposição revela o oposto. Os pares referem-se aos seus semelhantes...Como eram coisas separadas, referiam-se ao seu separador. Como variavam, referiam-se ao originador da sua variação. O Criador é óbvio para as mentes através das coisas. Ele escondeu-se da vista através delas. As coisas provaram que o Criador é mais exaltado do que se
  • Kaléxia

    7 Apr, 11:14

    forwarded from @thuleansonne

    Why Gematria is not BullshitI'm preparing an article on gematria; I have many ideas to organize, but I'll leave some preliminary points on this subject here.By "gematria" we can understand the techniques of assigning numerical values ​​to letters and forming new interpretations of words and phrases. An important point here is that gematria provides new perspectives on words, new interpretations; trying to "decode" the universe is a folly of many people who practice gematria—that's not the goal. The ciphers and meanings of numbers vary; the fact that a word results in "666" after a gematria process does not mean that such a word is a reference to the devil or "Lucifer."Within any spiritual-religious system that believes words were revealed by God (or gods), we could use gematria to find more relationships between words, new interpretations, and perhaps even the most "correct" ways
  • Kaléxia

    7 Apr, 11:10

    forwarded from @medievalistas

  • Kaléxia

    7 Apr, 11:09

    forwarded from @mannerbunde

    “The highest thing would be to understand that everything factual is already theory. The blueness of the sky reveals to us the fundamental law of chromatics. One should seek nothing behind phenomena: the phenomena themselves are the teaching. Before the ‘ur‑phenomena’, when they are revealed to our senses, we experience a kind of awe, even fear… When at last I calm myself before the ur‑phenomenon, it is still only resignation; yet there remains a great difference between resigning oneself at the limits of humanity and within the hypothetical narrowness of my own bounded individual.”—Johann Wolfgang von Goethe, Maximen und Reflexionen, No. 488 & Urphänomen commentary.
  • Kaléxia

    7 Apr, 11:01

    forwarded from @mannerbunde

    [We would have to] seek a class of men which is active without working, which can idealize without becoming ecstatic, which unites all realities of life with as few limits as possible, and is carried by the current of events without becoming its prey. Only such a class of men can preserve the beautiful unity of human nature which all work destroys momentarily and a lifetime of work destroys permanently; such alone can, in all that is purely human, give by its feelings universal laws of judgement. Whether such a class really exists, or, rather, whether the class actually existing in like external conditions corresponds to this concept internally is another question with which I am not concerned here.—Friedrich Schiller in Letters upon the Aesthetic Education of Mankind.